Uma investigação sobre o declínio da criatividade levou a algumas conclusões surpreendentes. Em uma amostra de 1500 crianças de 3 a 5 anos, 98% foram classificadas como “gênio”; em crianças de 8 a 10 anos esse número caiu para apenas 32%; e em adolescentes de 13 a 15 anos tinha diminuído ainda mais, a uma mera porcentagem de 10%. Em outras palavras, as crianças tornam-se menos criativas à medida que envelhecem. Além disso, em um teste feito com 2000 adultos com mais de 25 anos revelou que apenas 2% são classificados como gênios.

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Ao fazer um levantamento de dados E. Paul Torrance percebeu que a qualidade de vida na infância de uma criança é fundamental para o desenvolvimento da criatividade e o sucesso profissional.

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Paramos de ser criativos através dos anos por vários motivos, mas podemos aprender a lidar com os assassinos da criatividade.

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Através de uma pesquisa realizada com milhares de pessoas foi possível elaborar uma lista com os 7 principais suspeitos de cometer assassinato da criatividade, ao reconhecer e gerir estes efetivamente, nós acreditamos que será possível reviver e nutrir o pensamento criativo.

Assassino de criatividade 1: Controle

Também conhecido como opressores, o perfil do assassino sufoca o pensamento criativo através da supressão da capacidade de pensar de forma livre e independente.

Assassino de criatividade 2: Medo

Um assassino de quem quase nunca desconfiamos e que pode intimidar os mais intrépidos, esse vilão prospera sobre a ansiedade, novas experiências, novas ideias e a possibilidade de falha.

Assassino de criatividade 3: Pressão

Este assassino exerce um estrangulamento das expectativas reais. O ritmo intenso da vida, a confiança na tecnologia e a velocidades na comunicação têm contribuído para a sua prevalência.

Assassino de criatividade 4: Isolamento

O isolamento emprega uma combinação letal de segregação e de homogeneidade que pode levar a conformidade tendenciosa.

Assassino de criatividade 5: Apatia

Esses vilões anulam a sua vontade de vencer. Esse perfil muitas vezes pode ser detectado em pessoas com sarcasmo e cinismo.

Assassino de criatividade 6: Tacanho

As pessoas são vítimas involuntárias de suas próprias maneiras habituais de pensar e de se comportar. A esterilização mental leva ao pensamento convergente, e o processo criativo requer o pensamento divergente.

Assassino de criatividade 7: Pessimismo

Outro assassino furtivo que opera como uma arma química, este tipo de perfil sutilmente perpetra destruição através de uma mentalidade tóxica. Esse perfil faz com que as vitimas se comuniquem de forma negativa, e eventualmente, compromete as tentativas de criatividade das vitimas e de outras pessoas.

Clique aqui para ter acesso a lista dos principais suspeitos.

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